Amar o próximo como a ti mesmo

Gediel Mendes 19/05/2011 0

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Mais um dia como todos os outros.
Você levanta cedo vai à padaria e gasta uns trocados com pães para o café. Às vezes compra também presunto e mussarela. No almoço têm arroz, feijão, carne, salada, maionese e Coca-cola.
Mais tarde, vai ao centro da cidade. Nas compras sempre gasta um pouco mais do que de costume. Um doce para o filho, um sorvete ou refrigerante, pois está um dia muito quente, artigos expostos nas vitrines chama a sua atenção e lá está você gastando mais um pouco.
Final do dia, pronto para dormir, faz sua oração agradecendo à Deus por tudo o que ele concedeu durante o dia, pede uma boa noite de sono e um próximo dia abençoado. Deita numa cama aconchegante com um travesseiro macio para reclinar a cabeça e não se lembra de coisas que aconteceram ao seu redor durante o dia.

Ali na esquina da padaria alguém pediu um pedaço de pão. Lá no centro da cidade uma criança carente, que estava perto de você, viu seu filho ganhar um sorvete. Queria poder ganhar um, mas não tinha ninguém por ela. Enquanto você se deita, muitos estão dormindo na calçada da casa de alguém, numa noite fria.

Será que estamos fazendo a nossa parte em ajudar o nosso próximo?

A Bíblia, no capítulo 3 de Atos dos Apóstolos, relata a história de um aleijado que todos os dias era levado ao templo, junto à Porta Formosa, para pedir esmola.
Todas as pessoas que iam ao templo cultuar à Deus, passavam por ele. Algumas davam  esmola, outras nem sequer olhavam para ele.
Lá dentro, quem sabe, ele cantavam “recebi um novo coração do Pai, coração regenerado, coração transformado…” mas, nem lembravam que lá fora estava o aleijado precisando de transformação e cura. Ninguém nunca o levou à  igreja, mas colocavam ele lá fora para pedir esmola.
Estas pessoas, mesmo que precisem de assistência material, precisam muito mais de amor, carinho e acima de tudo, conhecer a Cristo como Salvador de suas vidas.
Um dia, a vida do aleijado mudou. Quando era perto da hora nona, as 15 horas, os apóstolos Pedro e João iam ao templo orar, quando chegaram perto do moço ele pediu uma moeda. Ao que eles responderam:
- Não temos prata nem ouro, mas o temos nós te damos: em nome do Senhor Jesus Cristo levanta e anda.
Na mesma hora, ele levantou-se e entrou no templo pulando e glorificando à Deus.

Era tudo o que aquele paralítico precisava.
Não precisa ter dinheiro para fazer as pessoas sorrirem. Não precisa ser rico para ajudar os necessitados. Um ato de carinho, um gesto de amor é que estas pessoas precisam.
Aquelas pessoas que você ignorou durante o dia, precisavam ouvir do amor de Deus.
Quantos “aleijados” você levantou hoje? Para quantas pessoas você disse que Jesus as ama e que Ele tem a solução para os seus problemas?
Será que não estamos sendo mesquinhos em não compartilhar as bênçãos de Deus com as pessoas necessitadas?

Pense nisto, e que Deus lhe conceda um coração quebrantado!

Fraternalmente em Cristo
Gediel Mendes

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